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Meu Amor Proibido: O Melhor Amigo do Papai
Meu Amor Proibido: O Melhor Amigo do Papai
Por: Melami
1. A sós com o melhor amigo do papai

POV da Eliana

— Mmmh... sim! Sim! Desse jeito! — eu gemi enquanto o Scott continuava a se meter com força na minha boceta. Tentei me segurar para não ser tão barulhenta, mas o prazer era intenso demais.

— Gema para mim, não segura não — ele sussurrou no meu ouvido. As estocadas dele ficaram ainda mais rápidas; eu estava tão perto do clímax. Ele massageava meu clitóris com o polegar enquanto me fodia com força. Cada estocada me tirava o fôlego e o prazer se intensificava até que eu não consegui mais me segurar.

— Você é tão apertada. Tão apertada que eu quero te foder com toda a força e meter minha porra toda dentro de você.

— Sim, eu também quero isso — eu disse, sem fôlego. Isso era algo que eu sempre quis. Eu queria cada pedaço dele — incluindo o esperma dele.

— Eu vou gozar! — Ele deu um tapa na minha bunda e beliscou meu mamilo, me fazendo gemer bem alto. O som dos nossos corpos batendo um contra o outro enquanto a gente se fodia me empurrou ainda mais para o limite.

— Isso, Eliana. Goza mais uma vez para mim. — Aquele comando era tudo de que meu corpo precisava. Eu me cansei; a intensidade daquilo foi ainda maior do que a primeira vez. Minha visão ficou embaçada, meus sentidos pararam de funcionar e cada centêmetro do meu ser foi dominado pelo gozo que eu estava tendo.

Eu conseguia sentir que ele também estava perto. Ele estava fodendo com um desejo selvagem, sem estocadas calculadas. A respiração dele estava irregular, e alguns gemidos escapavam dele enquanto ele cavalgava rumo ao clímax. Ele deu uma última estocada forte e depois arqueou o corpo, jogando a porra dele dentro de mim — na camisinha. Então ele desabou em cima de mim, fraco de satisfação, e se virou de lado.

Por tanto tempo eu o quis, quis que ele me visse como algo mais do que a ingênua e boba Ellie. Mas agora, estávamos tendo um sexo de enlouquecer na festa dele.

*Como tudo começou*

Eu estava brincando com o meu clitóris no meu quarto enquanto imaginava o Scott me fodendo. Uma batida na porta me trouxe de volta à realidade. Que ótimo! Para alguém que não conhece nada além dos próprios dedos e vibradores, essas fantasias eram bem selvagens.

— O seu vestido chegou, Eliana, vem provar. Anda logo para que qualquer ajuste que precise ser feito seja feito antes da festa! — a Susan gritou da porta.

— Já vou, tia — respondi enquanto escovava o cabelo às pressas. Se eu aparecesse parecendo uma bagunça, ela poderia ter um ataque cardíaco. Ela é obcecada pela minha aparência.

Era o aniversário do Scott. Eu não o via há um tempo; mal podia esperar para vê-lo novamente. Talvez agora ele me veja de forma diferente — como uma mulher, espero. Se não, o que planejei vai fazê-lo mudar de ideia.

Provei o vestido; era lindo, deslumbrante na verdade, mas não era o que eu queria. Eu queria algo provocante... sexualmente provocante. Eu já tinha algo em mente.

— Você está deslumbrante, minha querida. Você se tornou uma bela jovem — a Susie me elogiou. Não consegui evitar ficar corada. — Vou ter que ficar de olhos bem abertos. Sei que muitos garotos vão correr atrás de você, mas nós vamos escolher apenas o melhor. — Sorri e concordei. Quem seria "nós"?

Quem se importa com garotos, afinal? Eu só quero o Sr. Scott Blackwell. — Tudo bem, vá continuar o que estava fazendo. Vamos para o local da festa do Sr. Blackwell em duas horas.

— Sim, Susie. — Continuar o que eu estava fazendo... de jeito nenhum. Se eu fizesse isso, meus lençóis ficariam encharcados de tanta umidade da minha boceta. Eu precisava de algum controle sobre meus pensamentos, pelo menos antes da festa. Duas horas até eu ver o homem que estrela meus sonhos.

*Duas horas depois*

— Eliana! Eliana! O que está te prendendo aí dentro? — A Susie continuava batendo na minha porta, ordenando que eu saísse.

— Não estou me sentindo muito bem, tia. Acho que não vou. Se eu melhorar, peço ao Santiago para me levar à festa.

— O que foi, querida?

— Minha barriga... está doendo — respondi, me esforçando ao máximo para parecer que sentia dor.

— Eu posso ficar com você se quiser. — Awww! Tão fofa da parte dela, mas não, isso arruinaria meu plano.

— Não, tia, pode ir. Aproveite a festa e me conte tudo quando chegar em casa.

— Tudo bem. Me ligue se precisar de mim, estarei de volta num piscar de olhos.

— Ligo sim. Obrigada, tia.

Esperei que eles saíssem. Vestida com um vestido preto brilhante, com uma fenda lateral, tomara que caia e justo no corpo, expondo meus seios lindos e fartos. Pedi um Uber; eu não queria que ninguém soubesse que eu estava na festa. Saí, coberta por um casaco grande e felpudo caso alguém me visse. Com sorte, ignorariam o penteado e os saltos.

Felizmente, saí sem ser notada, entrei no Uber que me esperava e fui para o local. Avisei minha amiga Casey que estava indo para uma festa e gostaria que ela dissesse à minha tia que eu estava na casa dela se ela ligasse.

Coloquei uma máscara e fui em direção à entrada. — Seu convite, senhorita — disse um dos seguranças enquanto olhava para os meus peitos e depois para as minhas coxas, visíveis pela fenda no lado esquerdo do vestido. Que bom que encaminhei uma cópia do convite para o meu celular. Mostrei a eles. Eles me deixaram entrar, mas não antes de me desejarem uma noite esplêndida. Claro, planejo ter uma noite muito boa.

Entrei no salão; cabeças se viraram e sussurros podiam ser ouvidos. Não é todo dia que uma mulher vai a uma festa normal, mascarada e gostosa para caralho.

O Sr. Blackwell estava no canto oposto, conversando com o meu pai; ir lá agora seria uma decisão errada.

De repente, o olhar dele mudou e nossos olhos se cruzaram. Havia algo em seus olhos, algo que eu não conseguia decifrar — interesse, talvez.

Quebrando o contato visual, peguei uma taça de champanhe enquanto o garçom passava, me perguntando se o Sr. Blackwell ainda olharia com tanta intensidade se soubesse quem eu era.

— Boa noite, senhorita — disse uma voz calma atrás de mim.

Virei-me e encontrei um rapaz de cabelo castanho, sorrindo, esperando por uma resposta.

— Boa noite.

— Sou Ashton Dexter, e você? — Não me importa quem você é, seu bobo! Não preciso da sua atenção. Será que ele podia simplesmente dar o fora?

— Prazer em conhecer — respondi, ignorando o fato de ele também ter perguntado meu nome. Estou usando uma máscara, então obviamente não quero que ninguém saiba quem eu sou. É óbvio.

— Então, o que uma mulher bonita como você faz em uma festa totalmente sozinha? — Ele só podia estar brincando! Bonita? Metade do meu rosto está coberta, cara. Bonita, tá mais para peitos e curvas bonitas, porque ele não conseguia ver meu rosto.

— Prefiro ficar sozinha... por isso. — Espero que ele entenda o recado e me deixe em paz, porra. Ele continuou. Ele não ia embora; agora, estava começando a me irritar.

— Acredito que a senhorita não está interessada em nada do que você está dizendo — uma voz ordenou, me assustando. Não consigo acreditar! É o Sr. Blackwell. O olhar dele era tão intenso que eu mal conseguia respirar. Ele tinha vindo para este lado da sala. Seus olhos se demoraram nos meus seios e depois voltaram para o meu rosto, tentando ver se me reconhecia. Claro que não; estou usando uma máscara, estou segura.

— Já nos conhecemos antes?

— Sim. — Isso é verdade, mas não posso dizer a ele como ou quando agora, posso? Fiquei grata por não gaguejar.

— Onde? — O que eu deveria dizer? Não preparei uma mentira para essa pergunta.

— Em um leilão — menti. Parecia que a influência da Casey estava começando a pegar em mim.

— Entendo... poderíamos conversar um pouco, se você não se importar. Há uma sala VIP no corredor — sugeriu o Sr. Blackwell, com os olhos focados no meu peito enquanto falava.

— Claro — respondi rapidamente. Eu já estava amando o rumo que as coisas estavam tomando!

Meu coração acelerou. Seus olhos estavam semicerrados, focados na minha coxa e nos meus seios expostos. Graças a Deus eu era uma jovem cheia de curvas lindas.

O quarto ficava a apenas alguns passos do salão de festas. Ele abriu a porta para mim e eu entrei; o quarto era lindo. Exalava luxo. Estou acostumada com o luxo, mas aquilo estava em outro nível. Fui até a cama e me Contei lá, fazendo questão de expor mais as minhas coxas.

— Então, se importa em me dizer seu nome? — o Sr. Blackwell perguntou, afrouxando a gravata.

— Não pretendo revelar minha identidade ainda. — Eu não ia contar meu nome nem nada. — Sobre o que você quer conversar? — perguntei, fingindo inocência, enquanto meu coração batia rapidamente de excitação e medo. Ele parecia um pouco irritado. E se tudo o que ele quer fazer for conversar?

— Acho que você sabe exatamente por que te trouxe aqui. — Ele se aproximou, com o olhar intenso. — Você provavelmente já ouviu falar muito sobre mim — minhas atividades sexuais. — Olhando para as calças dele, eu conseguia ver o desejo dele. Ele é enorme. — Você está negando? — Tudo estava saindo como planejado!

— Não! Não, não estou. Eu só... — Minha voz sumiu quando o olhar dele se transformou em uma fome óbvia.

— Tire a roupa para mim. — Ele não precisou pedir duas vezes. Tirei a roupa devagar — sedutoramente. Abrindo o zíper do vestido, expondo meus seios. A única coisa que segurava o vestido no meu corpo eram os meus quadris. Rebolando os quadris para cada lado, empurrei o vestido para baixo até que ele se acumulasse aos meus pés. A respiração profunda e rápida dele me fez sorrir por dentro. Ele me queria.

Ele se aproximou ainda mais; suas mãos agarraram meus peitos, depois minha bunda. Cada toque enviava calafrios pela minha espinha.

— Tire a máscara. — O tom dele era suave, mas não era um pedido; era uma ordem.

— A máscara fica. Isso vai ser uma coisa de uma vez só, não há necessidade de se familiarizar com o meu rosto. — Eu tinha que manter minha posição.

— Quantos anos você tem?

— Tenho vinte e dois. — Eu não podia estragar minha chance dizendo a verdade. Além disso, ele pareceu um pouco desapontado. Eu deveria ter dito trinta. De que adiantou apenas dois anos a mais?

— Você é limpa?

— Estou com o meu laudo médico se quiser dar uma olhada. — Eu, Eliana Garcia, vim preparada. Meu laudo médico alterado estava na minha bolsa.

De alguma forma, eu sabia que ia transar com ele hoje. Conheço o tipo de atenção que meu corpo atrai e o Sr. Blackwell é conhecido por ser um cafajeste.

— Não precisa. — Como ele podia ser tão confiante? Eu poderia estar mentindo. Mas ele pegou algo em uma gaveta e eu entendi o porquê...

Ele se desnudou rapidamente e colocou uma camisinha. — De costas. Dobre os joelhos e abra as pernas para mim. — Obedeci imediatamente.

Pairando sobre mim, ele me beijou — um beijo quente e apaixonado alimentado pela fome sexual. Seus dedos deslizaram para dentro da minha boceta, me fazendo gemer. Estava tão bom. Em um movimento rápido, ele tirou os dedos, se posicionou na minha entrada e meteu tudo de uma vez para dentro de mim.

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