Anderson rangeu os dentes, como se cada palavra lhe rasgasse a garganta:
— É verdade… — Admitiu com dor. — Dois idiotas cegos. Nós dois. Passamos anos maltratando a Irene.
Mas então, a expressão de seu lobo se transformou e um uivo de fúria preencheu a casa:
— Mas vocês… Vocês também não são inocentes. Nós todos merecemos o inferno. Merecemos ser queimados pelas chamas eternas!
Foi nesse momento que Rhys apareceu, sujo, ofegante, com as mãos cobertas de neve e lixo.
Havia revirado o li