Quando fechei a porta pesada atrás de mim, Sebastian estava de pé perto da janela gigante, de costas rígidas para mim.
— Sente-se — disse ele sem se virar, sua voz estranhamente tensa.
Obedeci mecanicamente, sentando-me numa das cadeiras de couro em frente à mesa.
Ele se virou lentamente e me estudou com aqueles olhos penetrantes e analíticos.
— Você está bem?
— Estou — menti automaticamente.
— Oliver.
Havia algo no tom da sua voz — algo gentil, preocupado — que me fez olhar para ele diretamente