Mundo de ficçãoIniciar sessãoO pugilismo é um ato antinatural, tudo nele é às avessas, muitas vezes é melhor recuar antes de tentar acertar um soco, mas se recuar de mais pode acabar perdendo. Boxe tem a ver com respeito, conquistar para si tirando do outro cara. Nesse ambiente "predominantemente hétero", um casal homoafetivo busca por espaço e principalmente: respeito nos ringues. Com muitas críticas sócias e um toque sútil de humor, está estória busca contar a trajetória da carreira de um rei com todos seus desafios. "Trabalhe, faça, consiga! Faça-nos melhores, mais rápidos e mais fortes".
Ler maisVou ficar aqui mesmo quando eu me for, quando fechar os meus olhos, mesmo ao decorrer do tempo. Ouço os bateristas tocando e os trompetes, alguém está tentando convocar alguém, sei que algo está por vir.
Mas estou fugindo disso para ficar no auge e cair. Como assim não era o que eu pensava, o que era... era bom demais para ser verdade. Diante de meus olhos tudo que vejo é a escuridão, meu nome ainda está sendo chamado estou incapaz de reagir.
Posso ouvir os ruídos Jongun está chorando, apesar do barulho às luzes não brilham mais, estou caindo e não consigo deixar de ir.
— Jihoon por favor, acorda! Eu te disse meu amor, reis nunca morrem!
A presença de minhas sobrinhas é algo que me faz extremamente feliz, entretanto sei que para Yejun ter trazido elas até aqui, no mínimo algo muito errado está acontecendo. Por esse mesmo motivo antes de dedicar a total atenção a minhas pequenas, depositei um beijo na cabeça de cada uma e pedi:— Fiquem com o titio Jongun um pouquinho, sim? — Apontei para o mesmo, que permanecia deitado na cama nos fitando com uma expressão curiosa. — Já volto meu bem! — Digo a ele mandando beijinhos no ar.— Tio Gun! — Gritou Bora correndo em direção a Jongun, sendo seguida por Hayun.Eunji também entrou no quarto em silêncio, provavelmente para ta
Diante de todas circunstâncias as quais Jongun passou nos últimos anos, vê-lo em qualquer situação que eu considere de perigo é o suficiente para despertar o instinto protetor que há em mim.Sendo assim, estar em uma posição onde eu fique impossibilitado de mantê-lo em segurança é inaceitável para mim. Quase o perdi e ainda quando não sabíamos se seria possível recuperar sua perna, prometi que não deixaria que nada o machucasse novamente.Minha cabeça e coração sabem disso, mas meu corpo não atendeu. Fazendo com que eu entrasse em crise quando o que deveria estar fazendo seria protegendo o Jongun, passando por cima de todos se fosse necessário.Eu falhei. Não importa o que ele diga sei que falhei.Hoje acordei deitado em seu peito, envolvido em um toque cheio de amor por seus braços. Como pediu, ou melhor, ordenou, estava disposto a abdicar do treinamento, mesmo sabendo que não treinar tão perto da
゚・:*✿ᴊᴏɴɢᴜɴ✿*:・゚Jihoon é tudo de mais lindo e precioso que tenho na vida, vê-lo na atual condição me destrói por dentro. Essa é a primeira vez que isso acontece depois de anos, durante todo o caminho para o hospital mantive seu corpo em meus braços torcendo para que meu amor fosse o suficiente para acalmá-lo.
Junto de meus sogros, estávamos prontos para descer para o estacionamento subterrâneo quando nos deparamos com equipes dos mais variados veículos de imprensa. Tivemos um dia tão produtivo, que nem lembramos que teríamos tantas coisas para lidar.Embora a primeiro momento a mídia só saiba que Jongun está noivo de um homem, como um casal, o que atinge um atinge o outro, simples assim. Infelizmente ainda há muito preconceito nesse país, e por mais que eu não me importo, ainda tenho medo por Jung.— Mas que, merda!— Eles estão atrás do meu filho? — questionou o Senhor Jung apontando para fora pela porta de vidro é possível ver a presença das equipes.— Provavelmente sim, vamos! Vocês precisam ficar onde eles não possam vê-los —
Último capítulo