— ...e você tinha razão sobre os limites. Tinha razão sobre tudo. Eu não deveria estar tocando em você, ou beijando você, ou fazendo qualquer coisa que sugerisse intimidade, porque isso deve ser nojento para você, repulsivo...
— Oliver, pare.
Ele parou abruptamente, ofegante, respirando pesadamente como se tivesse corrido uma maratona, com os olhos brilhando perigosamente de lágrimas não derramadas.
— Você terminou? — perguntei calmamente, mantendo minha voz neutra.
Ele assentiu rigidamente, nã