Sem perceber, fechei os olhos começando a corresponder o beijo dele, era como se meu corpo estivesse no automático, apenas executando movimentos há muito aprendidos mas que nunca se esqueceu. O beijo dele era dominante e não deixava espaço nem opção de escapar, e meu corpo parecia não querer escapar se entregando e me envolvendo cada vez mais no beijo.
A mão dele segurou minha cintura de forma firme e possessiva, e ele pressionou o corpo dele contra o meu me fazendo sentir sua clara excitação em meu estômago.
Aquilo fez um frio que eu não sentia há muito tempo se acumular em meu estômago, e meu corpo ficou estranho despertando sensações as quais eu não sentia há anos, mas foram aquelas sensações de perdição desejo e redenção, que me fizeram voltar a razão.
Abri os olhos e virei o rosto para o lado com a respiração ofegante. Porém, ele não parou e começou a beijar e mordiscar meu pescoço, enquanto a mão deslizava para minha bunda onde deu um aperto firme sem misericórdia.
Crav