— Então goza. — Ele rosnou. — Vai, porra. Faz sujeira. Me encharca, sua putinha imunda.
E então eu explodi.
O orgasmo me atravessou com tanta força que desabei sobre a cama, tremendo, soluçando, gritando o nome dele enquanto minha boceta se contraía ao redor do pau dele, apertando como se quisesse arrancar até a última gota de gozo das bolas dele.
E então.
Ele me deu o nó.
Eu senti o inchaço.
Senti a pressão crescente.
Senti meu corpo se abrir de novo
e gritei mais uma vez.
E então ele gozou.
Me