Houve silêncio.
E então, finalmente, uma das amigas dela falou, na voz mais baixa que eu já tinha ouvido sair de uma garota com delineador cheio de glitter.
— Vamos embora, Tasha — Murmurou depressa, puxando o braço dela. — Você sabe como o seu pai é...
Tasha não se moveu de imediato.
Ela parecia abalada. O rosto ainda ardia do tapa, a expressão rachada entre ódio e incredulidade. Os lábios se separaram como se ela fosse gritar, mas nada saiu.
Então ela apenas me encarou. Forte. Queimando.
— Ist