Ava permaneceu por alguns instantes na varanda depois de deixar o celular sobre a pequena mesa ao lado da espreguiçadeira, como se estivesse fazendo um esforço consciente para separar o que tinha acabado de ler daquilo que estava vivendo naquele momento. O vento continuava leve, constante, trazendo o cheiro do mar e movimentando de forma suave as cortinas brancas que delimitavam o espaço, enquanto o horizonte se estendia em um azul profundo que parecia não ter fim. Havia uma paz ali que não exi