O quarto do hospital estava silencioso, mas não tranquilo, havia um tipo específico de tensão ali, uma que não vinha da dor física ou do ambiente clínico, mas da mente de alguém que simplesmente não aceitava perder o controle. Adam estava recostado na cama, o braço imobilizado, o rosto ainda marcado pelos hematomas recentes, mas a expressão já não carregava apenas irritação, havia algo mais frio agora, mais organizado, como se cada pensamento estivesse sendo alinhado com um único objetivo.
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