Karolina saiu da casa sem olhar para trás, ainda com o corpo quente e a respiração descompassada, mas com uma sensação que ela não sentia há muito tempo. Não era felicidade, não era exatamente tranquilidade, mas era um alívio forte, quase físico, como se finalmente tivesse reagido à altura de tudo que estavam tentando fazer com ela. O silêncio da rua contrastava com o que tinha acabado de acontecer lá dentro, e isso ajudava a organizar a cabeça aos poucos, colocando cada coisa no lugar enquanto