Depois que Ava finalmente adormeceu, com a respiração mais lenta e o corpo relaxado contra os travesseiros, Adrien permaneceu alguns minutos parado ao lado da cama observando-a. A mão dela ainda repousava sobre a própria barriga, num gesto inconsciente que vinha repetindo cada vez mais nos últimos meses. Oliver se movia ali dentro, alheio ao que acontecia fora daquele quarto. A imagem trouxe a ele um tipo de inquietação diferente da raiva. Era responsabilidade. Era limite.
Ele saiu em silêncio