Ruby
A manhã começa comum demais para um dia que quase acaba com tudo. Dustyn está inquieto no banco de trás, embalado pela babá, enquanto eu observo o portão da mansão se fechar pelo retrovisor.
O sol ainda está baixo, e por um segundo eu penso em Andrew, em como ele sempre dizia que manhãs assim enganavam a gente. Bonitas demais para serem seguras.
— “Está tudo bem, senhora Ruby” — diz um dos seguranças pelo rádio. — “Só vamos dar uma volta no quarteirão antes de seguir.”
Assinto, mesmo sabe