Apesar do medo da reação dela ao vê-lo lá estava disposto a encarar só para ficar nem que fosse por alguns minutos ao seu lado.
— Carlos! — ela o chamou com os olhos semiabertos, mas novamente os fechou.
Ele se aproximou dela e pegou em sua mão.
Carlos sentiu ela apertar a sua mão e seus olhos encheram de lágrimas, pois sabia tinha uma parcela de culpa por ela estar daquele jeito.
Amanheceu e Ana deu de cara com Clara a observando.
— Clara! — tentou se sentar.- O que faz aqui?- perguntou se aju