— Os alarmes à distância ficaram mais altos.
Damon tirou uma fileira de balas cristalinas do bolso e me entregou.
— Balas de flor da lua. — Disse ele, a voz suave. — Você ainda está se recuperando. Um doce vai ajudar.
— Mas não coma muitas. São viciantes.
Peguei o doce e coloquei um na boca. O sabor adocicado derreteu na minha língua, trazendo consigo uma estranha sensação de familiaridade.
— Vamos voltar. — Disse Damon, segurando minha mão. — Não deixe pessoas sem importância estragarem se