Caroline Hart
“Damon!”
Minha voz saiu mais alta do que deveria, mas não importava.
Ele parou no mesmo instante, o corpo tenso, o cheiro de terra e chuva ao redor dele como uma segunda pele.
Eu o encarei, sem hesitar.
“Precisamos conversar, ou você vai continuar me evitando?”
Ele virou devagar. Os olhos encontraram os meus.
Intensos. Profundos. Inatingíveis.
Mas eu não recuei. Já tinha recuado demais.
Andei até ele com passos rápidos.
O bilhete amassado estava na minha mão.
Levantei e mostrei. “