Caroline Hart
Acordei sobressaltada.
Meus dedos apertavam o cobertor como se algo tivesse me assustado — mas não havia som, nem luz, nem movimento. O chalé estava mergulhado no mais silêncio.
Me levantei devagar, ainda desnorteada, tentando entender por que meu corpo estava em alerta.
Talvez tenha sido um sonho. Ou talvez…
Caminhei até a janela e abri a cortina com cuidado.
O frio da manhã ainda envolvia a floresta como um manto. A névoa era mais espessa que o normal, e por um segundo eu não