Ela fez uma reverência respeitosa antes de falar.
— A culpa é minha, Alfa. — Disse ela com o queixo inclinado. — Eu sou responsável por vigiar o Fogo Sagrado. Eu não deveria tê-lo negligenciado, e agora a Deusa da Lua está recusando a oferenda.
O farfalhar do tecido alertou-me para o movimento súbito de sua assistente Teresa, que correu para ficar ao lado dela, balançando a cabeça urgentemente enquanto alcançava a manga do vestido de Vitória.
— Não! Senhora, não é culpa sua, é dela. — Teresa apo