ISADORA ALENCAR
Eu sabia que não teria paz.
Mas sozinha… ainda parecia melhor do que lidar com os julgamentos.
O que me pesava não era o que eu tinha feito. Era o depois.
Era o olhar que meu pai desviava por vergonha.
As birras e o silêncio da minha irmã.
E a constante presença de Enzo, sempre perto. Sempre implorando por uma chance que eu já não podia mais dar.
Eu fugi.
Como uma covarde.
Como uma mulher desesperada que arruma a mala com as mãos tremendo e deixa apenas um bilhete em cima da cam