POV Sayra
O castelo voltou a respirar, mas os corredores ainda cheiravam a medo.
A bastarda viva.
O povo dividido.
O rei silencioso.
Era o momento perfeito para atacar.
Não com espadas. Não com gritos. Mas com veneno.
Meus espiões já haviam se infiltrado entre as amas das crianças. Uma delas — uma serva muda, de olhos claros e mãos leves — fora comprada semanas antes, antes mesmo da tentativa de execução.
“Espere o sinal. Eles estão sob observação. Ninguém pode suspeitar.”
Hoj