— Avancei no projeto que você passou para mim e para o Mark. — digo, com a voz neutra, mas por dentro carregando um turbilhão.
Ryan nem levanta completamente os olhos. Apenas assente com a cabeça, como quem confere um item da lista.
— Muito bem, obrigado. Você pode ir pra casa agora...
Fico ali, com uma das mãos ainda segurando a maçaneta da porta, sem saber se rio da ironia ou dou meia-volta e jogo minha pasta na cabeça dele.
A mulher à frente dele — aquela visão de editorial de revista — s