— Tudo bem...? — Mark pergunta, com os olhos fixos em mim, visivelmente preocupado.
— Sim... Sim, obrigada... — respondo, tentando recuperar o fôlego e a compostura ao mesmo tempo.
Ele me encara por um segundo a mais do que o necessário. Há um desconforto no ar — aquele tipo de silêncio que grita sem som algum.
— Uau! Um pouco mais e eu teria beijado o asfalto com a cara! — brinco, soltando uma risada nervosa para quebrar o clima. O skatista já desapareceu na multidão, sem nem olhar para trás.