O som dos talheres cessou gradualmente, como se a própria mesa tivesse decidido que já não havia mais nada a dizer ali, pelo menos, não em voz alta.
Ainda assim, ninguém se levantou de imediato.
As conversas dispersaram-se em pequenos núcleos, superficiais, quase automáticos: comentários sobre negócios, viagens, trivialidades que serviam apenas para preencher o espaço deixado pelo que realmente importava.
Mas eu sentia.
Debaixo daquela aparente normalidade, algo tinha mudado.
Rebecca, senta