“Nicola, você tem que controlar essa língua.” — pensei comigo mesma, enquanto caminhava de volta com a bandeja. — Você fala demais. Quando abre a boca, parece uma metralhadora.
Respirei fundo e decidi: quando voltar, vou levar uns biscoitinhos, uma saladinha de frutas… agradar nunca faz mal. Se ele não comer, paciência.
No refeitório, organizei tudo com cuidado: servi o café amargo que ele pediu, mas ao lado coloquei uma taça de salada de frutas colorida, uns biscoitinhos crocantes, um copo