Eu me recusei a continuar chorando por aquele professor. Não, eu não iria me mostrar frágil diante dele, nem diante do espelho. Já bastava o estrago emocional que ele estava causando em mim, eu não podia ceder mais. Com os olhos ainda avermelhados e a respiração ofegante, fui para o chuveiro como quem tentava lavar não só o corpo, mas a alma. A água morna escorria pela minha pele e encontrava o calor que já nascia dentro de mim de novo. Eu senti a minha vagina lisa, sensível, pulsando, como se