Mundo de ficçãoIniciar sessãoJANTAR DOS INVISÍVEIS
O relógio marcava dezenove e cinquenta quando fechei a porta do alojamento.Respirei fundo diante do pequeno espelho preso ao armário e encarei o reflexo da mulher que eu mal reconhecia.A luz fria do teto realçava o contraste entre a minha pele morena clara e o preto absoluto do meu cabelo, agora preso em um rabo de cavalo longo, que descia até a metade das costas.Os fios lisos pareciam diferentes — disciplinados, sérios, quase austeros.O






