Capítulo 7 - A Armadilha

A mensagem do Augusto virou um cronômetro na minha cabeça.

Esteja na minha sala às 8h.

Não dormi. Passei a noite encarando o teto e imaginando o que ele vai fazer. Me demitir? Me humilhar? Me processar?

Levanto às seis. O enjoo matinal vem pontual, violento. Vomito bile, lavo o rosto com água gelada até a pele ficar dormente.

Me olho no espelho. A olheira tá funda, roxa. O rosto pálido. Pareço uma criminosa prestes a se entregar.

— Reage, Lavínia. — Sussurro para o espelho. A voz sai rouca.

Vou
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