O corredor colorido da clínica que Anthony havia escolhido oferecia um pouco de calma a Tyler. Ainda assim, o menino estava confuso por não ter ido à escola e não parava de perguntar o motivo de estar ali.
— Só vamos fazer uma coisa rápida, Tyler, você vai ver, vai acabar logo logo. — o pai respondeu.
— Vai doer? — indagou, apreensivo.
Tyler estava sentado no colo de Layla, mas segurava firmemente a mão de Anthony, que permanecia ao lado deles, toda aquela situação ainda parecia um sonho. Por muito tempo, Layla desejou encontrar o pai de seu filho para que ele pudesse ter uma vida mais completa, cercado pelo carinho de ambos os pais.
— Não vai doer nada, eu prometo. Nós vamos juntos. — Anthony respondeu com toda a paciência do mundo. — É só um exame bobo.
— Eu estou doente? — questionou. — Eu não vou mais ouvir, mamãe? — virou-se para ela com os olhos arregalados, subitamente horrorizado.
Tyler começou a ficar mais nervoso. Layla percebeu que talvez devesse ter explicado