POV: GABRIEL
O relógio do meu pulso marcou sete da noite em ponto quando parei na frente da porta dela. Bati na madeira com os nós dos dedos.
O trinco girou quase na mesma hora. Mari abriu.
Não teve cena de novela. Não teve violino tocando no fundo. O que existia ali no corredor éramos nós dois, parados, nos encarando com o peso exausto de dois adultos que tiveram uma briga brutal e agora precisavam sentar na mesma sala para consertar o estrago.
Entrei. Ela fechou a porta e foi direto pra c