Park segura minha mão com os olhos suplicantes. O homem imponente que me olhava ao longe com uma certa altivez e que ignorou veementemente a presença de Cauã perto de mim, agora parece um menino carente.
— Eu não tenho do que te perdoar, Park. Você não fez nada de errado.
Respondo com um meio sorriso no rosto, pois ao me lembrar da cena dos dois nus, deitados juntos sobre o sofá, uma amargura dolorosa com gosto de fel, invade a minha boca.
Park chega mais perto de mim. Ele continua a segurar a