Instintivamente olho para trás e me deparo com a assistente Kim Na-Ri com os olhos em fogo direcionados para nós. Eu gelo por dentro ao vê-la. Seu olhar é puro ódio. Eu que não quero ficar sozinha com essa mulher, não sei do que ela é capaz.
Sua postura é de ataque, como uma onça, pronta para avançar. Ela se esgueira até nós devagar, com passos calculados e quando está perto da mesa, mais precisamente ao lado de Park, balbucia algumas palavras em coreano.
Park, imperturbável, continua sentado,