POV: AYLA
Ele torceu o nariz com desprezo e puxou a mão bruscamente, como se meu toque o tivesse sujado.
— Aberrações da natureza não devem profanar meu santuário — respondeu, a voz gelada e carregada de nojo.
Passou o creme de algas nos pontos que mais doíam. Por um segundo, um frescor mentiroso tomou minha pele… até que sua mão pairou sobre meu abdômen e ele começou a puxar as agulhas de volta com o poder. A dor explodiu, lancinante, como se estivesse rasgando minhas entranhas.
— Dói mais par