Cap. 103
Cap. 103
Maya segurava firme a pasta contra o peito enquanto observava o letreiro iluminado à frente da entrada.
A boate parecia deslocada daquele trecho esquecido da cidade, sofisticada demais para a vizinhança.
As luzes de néon pulsavam em tons rubros e dourados, refletindo nos carros escuros parados à frente. O som abafado da música eletrônica vibrava pelas paredes, mas o que mais a incomodava era o fato de não saber o que exatamente a esperava lá dentro.
Ela tragou o medo e entrou.
Vestia s