Cap. 104
Cap. 104
Matheo foi arrancado de cima dela com a força de um vendaval. Voou pela sala como um boneco de pano, colidindo com a parede e caindo de joelhos. Maya ofegou, livre, caindo para frente e se apoiando nos cotovelos, o corpo ainda fraco.
Ela ergueu o olhar.
Ali estava Kan.
O alfa irradiava raiva silenciosa, o maxilar travado, os olhos brilhando com um dourado animalesco. Seu peito subia e descia com a respiração pesada, o terno amassado, os punhos fechados. Era o lobo. Era o homem. Era a t