Na manhã seguinte, Luna despertou com uma leve batida na porta.
— Entra — respondeu, a voz ainda embargada pelo sono.
Ravena entrou no quarto com passos firmes, deixando o uniforme escolar sobre a cama.
— Seu pai quer falar com você antes de você ir para a escola. Aliás, ele quer falar com nós duas — avisou, cruzando os braços.
Luna se espreguiçou e sentou-se na cama. Assim que abriu os olhos por completo, as lembranças da noite passada a atingiram como uma onda avassaladora. O calor do toque d