Outro estalo ecoou pelo corpo de Luna.
Foi então que uma nova presença se fez notar.
A porta, ainda entreaberta pela ventania anterior, rangeu lentamente.
Uma figura surgiu na entrada, vestia um manto negro que tocava o chão de madeira. Nas mãos, segurava um grimório antigo, de capa gasta e símbolos gravados em relevo.
Era Ravena.
Os cabelos soltos ao redor do rosto, os olhos firmes — diferentes. Mais conscientes. Mais antigos.
Eliezer a encarou, surpreso.
— Como você chegou até aqui?
Darius ta