Na floresta densa e sombria, Hellen caminhava lentamente, cada passo marcado por um peso que parecia arrastar-se junto a ela. Não havia se transformado; apenas andava, imersa em um mar de culpa e confusão, permitindo que as lágrimas escorressem livremente por seu rosto. Ela remoía os acontecimentos recentes, as expressões de medo e decepção das crianças ainda vívidas em sua mente. Como tinha ido de tia Hellen, a favorita, para a figura de uma antagonista de contos de fadas em seus olhos?
A imag