Camille,
Eu ainda estava deitada naquela cama fria e estéril, sentindo o peso esmagador da solidão enquanto o som da porta se fechando ecoava pela sala. Lorenzo havia saído, e com ele, toda esperança parecia ter desaparecido. O quarto estava mergulhado em um silêncio opressor, e a escuridão que vinha de dentro de mim parecia se misturar com o ambiente ao meu redor. A dor física ainda estava lá, forte, latejante, mas havia algo muito mais profundo corroendo minha alma. A dor emocional era insupo