DAVINA
O hospital cheirava a produtos de limpeza. As luzes brancas faziam tudo parecer mais frio, mais clínico, como se nada ali pudesse ser real. Mas era. E Aaron estava em uma maldita sala de cirurgia.
Meus punhos estavam cerrados ao lado do corpo enquanto eu andava pelos corredores com passos pesados. Meu peito subia e descia em um ritmo descontrolado, e minha cabeça girava com perguntas sem resposta. A dor, a culpa, a raiva, tudo misturado em uma tempestade dentro de mim.
E então eu os vi.