Aproximo meu corpo do dela, deixando que ela sinta a pergunta antes da resposta. Minhas mãos, ainda na sua nuca, descem lentamente, contornando a linha dos ombros até encontrarem as alças finas da sua regata preta.
"O começo..." repito, a voz baixa, quase um comando. "O começo é eu entender como essa pele, que parece feita de seda, consegue esconder uma força que derruba qualquer um que ouse te subestimar."
Deslizo as alças para fora dos ombros dela com uma lentidão calculada, observando o teci