Eu gosto desse tom. Não é o desafio óbvio da mestre de dança, é algo muito mais perigoso: é a entrega consciente de uma mulher que sabe exatamente o poder que tem nas mãos.
Minha mão desce da nuca dela para a base das suas costas, sentindo a textura do vestido passando pela bunda e logo abaixo, a pele nua e quente.
Eu aperto um pouco mais, forçando o quadril ao meu, garantindo que ela sinta que o meu pau já respondeu à pergunta dela antes mesmo de eu abrir a boca.
"Primeiro?" Repito, minha voz