"O que mais você está escondendo, morena?" pergunto, com a voz rouca. "Além dessa sua resistência física que, pelo visto, tem um limite que a maquiagem não consegue mais cobrir?"
"Você errou, eu não quero apagar. Eu só não posso dar margem no meu trabalho. Mulher, brasileira, bronzeada, professora de funk e ainda aparece cheia de marcas de mordidas?" ela confessa rindo.
Solto uma risada curta, uma mistura de diversão e um respeito renovado por essa clareza de mundo. Eu vivo cercado de tubarões e