Eu a viro devagar nos meus braços, seus olhos ainda nublados e o corpo trêmulo. Passo o polegar pelos seus lábios inchados, sentindo o calor que ainda emana dela.
“O que foi que você gritou?” pergunto com um sorriso de canto, perigoso e satisfeito. “Quero saber exatamente qual foi o insulto que você usou para coroar a sua rendição.”
“Caralho” ela repete a palavra em português ainda ofegante. “Não sei a tradução em alemão. Seria o mesmo que ‘fuck!’ quando você quer fazer uma exclamação muito suj