C 12. Ela está morta!
Por mais que Lia tentasse controlar a situação, os gritos de Luvy são ouvidos a distância cada vez mais alto.
— Quem esse bastardo pensa que é para me fazer esperar. Eu sou a dona da porra dessa empresa. Minha adorada filha enfim morreu, e nada mais justo do que eu assumir toda a sua fortuna que é minha por direito. Anda sua inútil, saia daqui sua incompetente.
— Que baderna é essa?— Matheo b**e a mão na mesa da sua secretária, que está nervosa sem saber o que fazer, os seus olhos castanhos fi