Vitória,
Abraço ele, e até pensei que ele me soltaria por não ter pedido permissão para fazer isso, mas pelo contrário, ele me abraçou de volta, me apertando contra o seu corpo. Ele me pega no colo e nos senta no sofá. Solto do abraço e abaixo a minha cabeça.
— Continue! — Ele manda. Respiro fundo e continuo.
— Ele sorriu, como um demônio, como se fosse algo do mal e disse que ia me mostrar quem mandava naquela casa, e ia me mostrar também se ele podia ou não bater nela. Ele foi até ele e a pux