— Ainda não acredito que Angeline foi capaz de fazer isso! — Karyn exclamou, andando de um lado para outro, a voz carregada de uma raiva vibrante que parecia encher a sala.
Passou as mãos pelos cabelos soltos e embaraçados, os olhos fixos no bilhete amassado sobre a bancada, como se aquele pedaço de papel fosse a raiz de toda a sua frustração. As poucas palavras deixadas por Angeline haviam sido suficientes para abalar o controle que ela mantivera por tantos anos. Algo dentro de si borbulhava,