MARY
Surra
Meu coração está acelerado, minhas mãos estão suadas. Em breve, uma enfermeira me levará para ver a Maria. Será que minha amiga entenderá que roubar sua identidade foi a única maneira que encontrei de escapar daquele psicopata abusado? Conforme os minutos e as horas vão passando me sinto mais apreensiva.
“Senhora, por favor, me siga,” diz a enfermeira, entrando na sala onde estou. Eu a sigo até um quarto bem iluminado, decorado com um jarro de flores frescas.
“Tem vinte minutos,” ela