Saia da minha casa agora.
Vera me encara com semblante assustada e pálida, o silêncio pesado entre nós. Minha mente estava tão cheia de raiva e desgosto que mal consegui pensar claramente. Eu sabia que precisava dar um basta a essa situação.
“Vera, você vai pegar suas coisas e sair da minha casa. Agora”, ordenei, a voz cortante como um fio de faca.
Ela me olhar com os olhos arregalados, uma mistura de surpresa e pânico. A expressão dela era de alguém que sabia que estava prestes a enfrentar o pior.
“Vlad, não pode fazer