Eliz
Ania começou a colocar mais força para fechar a abertura mágica; o suor escorria na testa e o corpo tremia, até que cerrou o vórtice — o braço de Caspian caiu aos nossos pés, ainda se mexendo. Engoli em seco: não era bem assim que eu tinha planejado.
Olhei a fêmea correr com Kaia nos braços pelo pátio do abrigo sobrenatural. Uma brisa fresca e confortável me envolveu; creio que a deusa abençoou a minha decisão de salvá-la.
Levaram-na para dentro a fim de banhá-la e medicá-la, enquanto eu