Zara se esquivou.
O vaso caiu no chão e se despedaçou em mil pedaços, espalhando lascas afiadas que cortaram sua perna. O sangue começou a escorrer imediatamente, mas ninguém parecia se importar com isso naquele momento.
Carlos apontou para ela com o dedo, o rosto vermelho de raiva:
— Foi de propósito, não foi? Você fez isso na frente de todo mundo para se destruir de vez, só para que toda a Cidade N saiba que você é uma vagabunda, não é?! Como eu pude criar uma filha tão sem vergonha como você?